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quinta-feira, 26 de junho de 2014

CURSO DE FORMAÇÃO EM AULAS EM CAMPO

AULAS EM CAMPO, FAZEM A DIFERENÇA NA APRENDIZAGEM?
Sabemos que sim.
Mas para tanto, a aula deve ser bem planejada e conectada aos assuntos trabalhados em sala de aula e ou a conteúdos atitudinais.








sexta-feira, 12 de julho de 2013

PICNIC COMO AULA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Já pensou em fazer um picnic como aula ao ar livre?
Nós já realizamos vários.
Quer se arriscar?
Podemos montar o seu.

Ligue para nós: 85-97342125 ou 85744090

APA DA SERRA DE MARANGUAPE - REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA-CEARÁ.

quarta-feira, 6 de março de 2013

AULA EM CAMPO PARA FORTIM, ARACATI E CANOA QUEBRADA








 A IMPORTÂNCIA DE FAZER A AULA EM CAMPO

Nossa aula interdisciplinar será de aproximadamente 10 (dez) horas. Tempo suficiente para abordarmos conteúdos referentes aos elementos que compõem a história e a natureza da região, de uma forma lúdica, sensível e que desperte o interesse dos alunos e consequentemente a cumplicidade. Iremos estudar o município de ARACATI, seu valor histórico, sua geografia e sua importância turística e econômica.

OBJETIVOS DA AULA EM CAMPO                                                                                                                                                            

- Conhecer a história de Aracati;
- A geografia da região;
- A importância da cidade para a cultura brasileira;
- Conhecer a biota dos ecossistemas litorâneos

PROPOSTA PEDAGÓGICA

Utilizar os recursos naturais da região do litoral para sensibilizar e trabalhar conteúdos ministrados na sala de aula dentro dos referenciais atuais, nas disciplinas de Biologia, Geografia, História e Literatura.

Nosso projeto está dividido em três etapas:
- Aulas teóricas sobre a região de falésias, fauna, flora e ocupação das dunas, em sala de aula com os respectivos professores;
- Aula in loco em Fortim e Aracati;
- Elaboração de relatórios sobre os trabalhos desenvolvidos, para nota de Trabalho Dirigido da 2ª etapa

IMPORTANTE:
Haverá reunião com os alunos que participarão da aula em campo – com a professora Márcia Helena (supervisão pedagógica)

V - PROGRAMAÇÃO

DATA: 23 DE MARÇO

- 6h30 - Saída da escola com destino a Fortim
- 9h - Visita ao Engenho de cana em Pindoretama
- 10h30 - Chegada prevista a Fortim;
- 12h - Chegada a Aracati – onde realizaremos um city tour pela cidade, visitando seu patrimônio histórico (Casa de Câmara e Cadeia, Igrejas, Casarões).
- 13h – Praia de Canoa Quebrada
- 14h - Parada para almoço e após lazer no Complexo Mirante das Gamboas.
- 18h30 - Previsão de chegada a Fortaleza.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

AULA EM CAMPO NO MUSEU DA CACHAÇA - MARANGUAPE - CEARÁ

Entrada do Museu - Tonel



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Orientação aos alunos na entrada do Museu da Cachaça







O maior tonel do mundo!



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

APA DE MARANGUAPE - CEARÁ - NORDESTE DO BRASIL




A partir da cota 100, até a linha da serra, limite com o município de Caucaia. O município possui uma área de 654,8 quilômetros quadrados e localiza-se na região Metropolitana, a 26 quilômetros de Fortaleza. O acesso à APA se dá pelas CE 065, CE 475 e CE 060.
Maranguape, com suas belas praças, parques e com um enorme patrimônio histórico, está se transformando em local privilegiado de convívio e lazer. A palavra Maranguape tem origem Tupi e significa Vale da Batalha.
História do Município
O município de Maranguape integra o século dos descobrimentos, sob o domínio holandês com a expedição de Mathias Beck em 1649.





A Área de Proteção Ambiental da Serra de Maranguape foi criada pelo Poder Público Municipal a partir da Lei Nº 1168, de 08 de julho de 1993, visando um melhor controle sobre o ecossistema da serra. Tem por objetivos específicos proteger as comunidades bióticas nativas, as nascentes, as vertentes e os solos além de proporcionar à população da área métodos e técnicas apropriados ao uso do solo, de maneira a não interferir no funcionamento dos refúgios ecológicos e desenvolver junto a comunidade uma consciência ecológica e conservacionista. Mesmo tendo sido criada em 1993, só a partir de 1998, começaram as primeiras ações com vista à implantação da referida APA sendo criado o Comitê Gestor da APA, que é o responsável pelo gerenciamento, apenas em junho de 1999.





Encontram-se na APA da Serra de Maranguape áreas remanescentes de mata Atlântica, vegetação predominante no Brasil em 1500. Maranguape integra o século dos descobrimentos, sob o domínio holandês da expedição de Matias Beck, em 1649. Vale salientar que até o final do século XVII os índios potiguaras permaneceram donos dessas terras.
Maranguape, situada a aproximadamente 27 km de Fortaleza, com suas belas praças, parques e com um enorme patrimônio histórico, está se transformando em local privilegiado de convívio e lazer. Algumas empresas, Ongs e condutores individuais oferecem o serviço de condução de trilhas. Para mais informações consulte o tópico “telefones úteis” no final do texto.






ECOSSISTEMA
Serra Úmida

ATRATIVOS NATURAIS e OPÇÕES DE LAZER
Pedra Rajada – principal atrativo, entre 500 a 700 metros de altitude. Procurado para a prática de vôo livre, do seu topo se tem a visão da serra de Maranguape, do Laje do Cume, do mar e da cidade de Fortaleza.
Trilha do Açude Bragantino
Trilha do Sítio Boa Vista
Trilha do Sítio São Paulo
Trilha da Pedra do Derretido – 08 Km – 06 h – Mirante da
Linha e da Pedra do Derretido (1974), Lago Encantado, Mata Úmida, Olho D’água, Represa do Sítio Aconchego
Trekking, rappel, motocross, off road, vôo livre e parapente.
Parque Ecológico professor Renato Braga – onde funcionava o antigo posto de fomento do Ibama. Possui 7,52 hectares – Av. Stênio Gomes, s/n – na saída para o município de Canindé,












Quer conhecer a Escola da Terra?
Ligue: 85-85744090 ou 85-97342125
Fale com Márcia Sales

TRILHA NA SERRA DE MARANGUAPE - CEARÁ - BRASIL






HISTÓRIA DE MARANGUAPE



1649
Maranguape, originalmente terra dos potiguaras, viu o branco chegar na expedição do holandês Mathias Beck, em 1649, e dominar sua verdejante terra durante cinco anos, quando foi expulso do Brasil.
Para a Coroa Portuguesa, aquele pedaço de Brasil não devia parecer interessante o suficiente para ser imediatamente ocupado, pois somente nos primeiros anos do século XVIII foram iniciadas as concessões de sesmarias.
Os primeiros beneficiados foram Pedro da Silva e Amaro Morais, que em 1707 tomaram posse do quinhão doado, até que outros vieram substituí-los.
Suas origens remontam aos estágios da pré-colonização, com o nome de Maragoab, conforme cartografia antiga.

Século XIX
O processo definitivo de povoamento das terras de Maranguape somente ocorreu no despertar do século XIX, com a chegada do português Joaquim Lopes de Abreu.
Com Abreu nasceu o núcleo original da atual cidade de Maranguape, um arruado à margem esquerda do riacho Pirapora, ao lado de uma capelinha a Nossa Senhora da Penha, erguida pelo colonizador lusitano para que os moradores das suas terras pudessem rezar.
O aglomerado recebeu o nome de Alto da Vila, hoje denominado Outra Banda. Em 1760 foi rebatizado como Maranguape.




1849
As primeiras manifestações de apoio eclesial decorrem de Lei Provincial nº 485, de 4 de agosto de 1849. A primitiva capela, que teve como padroeira Nossa Senhora da Penha. situava-se à margem direita do Riacho Pirapora, no lugar posteriormente denominado de Outra Banda.
Por falta de condições físicas, a primeira capela foi demolida e, logo em seguida, foi construído um templo com estruturas mais amplas. As obras foram suspensas por motivo de desavenças entre os habitantes de Outra Banda e moradores da margem esquerda do riacho Pirapora.
A questão girava em torno do padroeiro cuja preferência se dividia entre Nossa Senhora da Penha e São Sebastião. Resultou, então, o impasse a edificação do templo dedicado a São Sebastião e o reerguimento da extinta capela em honra de Nossa Senhora da Penha, dividindo-se também o padroado.




1851
Maranguape foi elevado à categoria de Vila em 17 de novembro de 1851.

1869
Em 1869, Maranguape ganhou o status de Cidade, emancipando-se de Fortaleza.
















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